Preços dos ovos de Páscoa variam até 54% em Campo Grande, de acordo com pesquisa do Procon

Categoria: Pesquisa | Publicado: quinta-feira, março 30, 2017 as 15:20 | Voltar

Campo Grande (MS) – A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast) divulga nesta quinta-feira (30) pesquisa de preços de chocolates de Páscoa verificados em nove estabelecimentos da Capital.

O levantamento, realizado entre os dias 13 e 21 de março pelos técnicos do Procon Estadual, abrange 98 itens entre ovos de chocolate e bombons e pode ser conferido no site do Procon/MS, no item Pesquisas de Preços, ou neste link.

A pesquisa indica os estabelecimentos com maior número de itens com menor preço e maior preço. Os produtos com maior variação de preço entre os estabelecimentos são o Shot de 236g e o Lacta ao Leite de 196g, que podem ser encontrados de R$ 23,50 a R$ 36,30, uma variação de 54,47%.

Conforme destaca o superintendente do Procon/MS, Marcelo Salomão, com acesso à pesquisa o consumidor poderá economizar até 54%. A média da variação de preços pesquisados entre os estabelecimentos foi de 23,66%. Marcelo orienta o consumidor a comparar preço e peso dos ovos ao adquirir o produto e não apenas a numeração do ovo, pois cada marca possui uma numeração diferente.

O levantamento inclui ainda um comparativo com os preços de 2016. De acordo com os dados, houve aumento de 10,46% nos preços médios dos chocolates comercializados em 2017 em relação a 2016: 53 itens tiveram aumento de preços, que chegou a 79,56% em relação aos preços médios, e 10 tiveram decréscimo.

O produto Frozen Chocolate ao Leite de 90g que custava, em média, R$ 29,99 no ano passado, em 2017, foi encontrado por R$ 14,99 nesse levantamento, uma redução de cerca de 50% no preço. O que mais subiu foi o Laka Meio Diamante Negro 205g, cujo preço médio era de R$ 31,80 e passou a R$ 57,10. Nessa última análise foram incluídos apenas os itens encontrados com o mesmo peso em relação à pesquisa do ano passado.

Keyla Tormena – Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS)

Foto: Gilberto Dauzacker

Publicado por: Kleber Clajus

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